Psiu, me ouça.
Lá na frente eu quero tomar um drinks com você, qual sua bebida preferida? Você pode escolher uma comida também e, iremos comemorar com vários assuntos e conversas truncadas, um cortando o outro no meio de sorrisos e histórias.
Quantas coisas já vivemos, mas nada comparado ao presente. Nunca é.
Dói, estilhaça, endurece mas aperfeiçoa.
Ei, me ouça agora.
Meu abraço será demorado, daqueles que as mãos esfregam as costas e damos uns apertinhos para chegar mais perto.
A música pode ser nossa companhia, fazendo fundo musical com as taças da comemoração.
Vamos sentir a beleza de um simples toque e tentaremos enxugar as lágrimas do outro.
Hoje, somos nossas próprias companhias e aprendemos com a solidão.
Estamos no mesmo mar, onde as ondas estão fortes e altas. Uns estão atracados, outros, infelizmente afundaram, alguns gritam e perdem a calma, têm aqueles que jogam a corda para o barco da frente.
Todos querendo chegar em terra firme.
Então, enquanto não chegamos lá, vou te sugerir algo: na hora da tempestade, feche os olhos e ore, mas segure a mão de quem precisar de ajuda, se você é mais forte, jogue a corda, se você estiver fraco, tenha certeza, alguém estará no barco com você.
A música te ajudará a seguir, o sol te dará vigor e o amor e a fé, te levarão longe.
Não desanime.
Você não está só.
Você nunca está só.
Se você me ouvir agora, sabe que não posso fazer muita coisa, mas o que posso é tirar pelo menos um sorriso seu e te pedir:
Não deixe de acreditar.
Tudo vai passar.
(agora, uma música para você)
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